quarta-feira, 28 de julho de 2010

Casamento Pentecostal

É realmente é uma cerimônia no mínimo exótica! Mas na minha opinião particular, eu não gostaria de registrar com foto, vídeo e nem com testemunhas se eu me aprontasse uma dessa no meu casamento! Rsrsrsrs!

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Os Super-heróis não precisam de Deus


*Repostagem

“Nessas horas que eu me lembro que o sofrimento é um megafone

É Deus pra mim gritando que eu não sou o super-homem

Que sou de carne e osso, que vou passar sufoco

Vou fazer o quê? Não vou esconder meu choro.

Às vezes é mais fácil fingir, eu sei! Fazer de conta que tá tudo bem.

Que tá tudo zen! Disfarçar que não tem nada dando errado, mas eu não sou o superman.

Muito falso herói se achando o tal, iludido com aplausos, elogios, com pedestal. Até eu já vacilei! Dei bobeira, viajei! Esqueci que levo tombo como qualquer um!

Eu sou diferente, igual a todo mundo

Sem Você eu não sou ninguém

Eu sou igual a todo mundo

Não existe superman!”

Trecho da música da banda Fruto Sagrado, composição de Bene, Sylas e Marcão.



Porque o homem tanto insiste em tentar ser uma fortaleza, enquanto sua realidade é um ser carregado de deficiências e humanidade?

Vivemos numa sociedade cristã que exige que todos os dias a gente finja ser uma mentira de super-herói, daqueles tão ridículos quanto os personagens secundários da Liga da Justiça que eu assistia quando criança. Daqueles que ficavam na TV apenas 3 meses e depois caíam no esquecimento como Jaspion, Jiraya ou Jiban.

Uma sociedade cristã que não permite que a gente erre, que a gente enfraqueça, que a gente se desanime, que a gente mostre nossa humanidade. Temos que ser super-crentes, com um sorriso amarelo no rosto, gel nos cabelos e uma nota de 50 aparecendo no bolso, ainda que seja falsa, ainda que o sorriso esconda um inferno interior e o gel recapeie o telhado de um “tsunami” de preocupações e incertezas que devoram nossa mente desesperada.

Qual o motivo de tudo isso? Para quê viver mandamentos que condenam a mentira, sendo que vivemos uma mentira disfarçada de verdade?

Vivo dias dos quais eu gostaria de ser somente o Saulo que Deus criou e conhece muito bem.

Aquele que gosta de música secular, ama poesia e ama vagar sem rumo. Aquele que ama a igreja mas se cansou de ouvir balela, que ama Jesus mas se enfadou com as mensagens baratas, tão baratas como os perfumes de bandeja da rua 25 de março, que enojam, nauseiam, revoltam e dão vontade de jogar tudo para o alto.

Penso que Deus amou a mim e ao homem, mesmo conhecendo a infinidade de nossos defeitos, apostando em nós a propagação do evangelho, missão que negou até aos santos anjos (1Pedro1:12). Se Deus me conhece e me ama como sou por que preciso fingir que sou alguém que vive a plena riqueza e prosperidade de Deus e que não passo apuros financeiros? Por que preciso fingir que sou um homem que não sente dor, sendo que choro, me magôo e me abato com as adversidades como qualquer ser humano comum? Porque preciso fingir que sou o Superman, sendo que como homem, meus erros são advogados pelo Mestre de todos os Mestres, a saber, Jesus Cristo?

Sabe o que eu penso? Penso que ser homem é um dom, uma benção… Uma riqueza que nem mesmo os anjos no céu puderam ter. Saber que temos perdão para nossos pecados, consolo para nossas tristezas, refrigério para nossa alma abatida e colo para nossos pés cansados.

É por isso que ainda sou cristão! Porque sou homem, falho e pecador e com isso, preciso de Deus à cada segundo, afinal, os super-heróis não precisam de Deus!


Ficai firmes!



SAULO FERREIRA

quarta-feira, 21 de julho de 2010

A Cura de Vários Paralíticos em Cafarnaum



*Repostagem (artigo de Agosto de 2008)

Rumores na cidade de Cafarnaum anunciavam a vinda de um homem que fazia grandes milagres. Homens da Lei, curiosos, pais de família sem esperança, soldados feridos recém-chegados da batalha, enfermos com doenças de todos os tipos. Ah! Sim! E muitos, mas muitos críticos! Essas eram as pessoas que cercavam Jesus, quando o mesmo adentrou a pequenina cidade judia de Cafarnaum, e numa simples casa se assentou para ensinar!

Muitos conhecem a história do paralítico de Cafarnaum, aquele que foi descido pelo telhado por quatro amigos enquanto Jesus ensinava o povo na casa de um anfitrião.

Lendo essa história em um livro, delineei cuidadosamente as palavras do autor, da mesma forma que um artesão desliza o dedo em sua obra. Vi o autor do evangelho falar de um homem deficiente, sem expectativa, extremamente miserável. Tentei por um momento lembrar de todos meus anseios, vontades e sonhos, meus clímax de alegria, de raiva, de amargura. Tente você também, lembrar de tudo isso, porém, barrado por pernas atrofiadas, mãos mirradas e corpo enrijecido. Tenho amigos e parentes nessa situação e compartilho a dor que em palavras jamais poderemos explicar.

Contudo, a história deste homem em específico tem um final feliz! Seus amigos com a famosa fé que “remove as telhas de uma casa”, fizeram não só isso, mas também desceram o leito do paralítico em plena sala onde Jesus ministrava.

Enquanto aquele povo, com os olhos fitos em Jesus, despejavam toda sua atenção nas doces palavras de ensino do maior de todos os mestres, Ele, arrebatadoramente já havia mudado o foco do seu discurso de ensino, para a história daquele homem cheio de fé, coragem, ousadia, determinação e seus pecados logo lhe foram perdoados!

Resumindo! Aquele paralítico foi curado! Ótimo para ele, linda história de vida de milagre! Mas a história não se finda aqui, longe disso!

Lembra quando eu disse que havia muitos, muitos críticos? Pois é. Lá estão eles se apegando ao mero detalhe do perdão dos pecados que Jesus ofereceu ao paralítico. Mero? Penso que esse detalhe seja fundamental na história que marcou a cidade de Cafarnaum. Jesus fez uma pergunta aos críticos (também conhecidos como fariseus, saduceus, escribas, etc): – O que é mais fácil? Perdoar-lhe os pecados ou dizer levanta e anda? Analisemos essa pergunta!

Quando Jesus veio a Terra, ele veio com uma missão e essa não era simplesmente curar as enfermidades físicas. Aliás, o homem físico valia pouquíssimo para Ele. Jesus trouxe em sua bagagem uma paixão pela alma do ser humano que ninguém jamais conseguirá entender em sua totalidade. Prova disso foi que a primeira atitude de Jesus, ao ver a fé do bem aventurado paralítico, foi perdoar-lhe os pecados. Mesmo vendo-o naquela situação deprimente e deplorável que já foi citada, Jesus apressou-se em perdoar-lhe os erros. Porque isso?

A resposta é simples! Porque Jesus não queria simplesmente curá-lo fisicamente, Jesus queria muito mais que isso, na verdade, a cura física era apenas um forte sinal humano para que as pessoas pudessem crer que Ele era o filho de Deus.

Não sei o que aquele homem pudesse ter feito de tão grave, mas em Cafarnaum, Cristo optou primeiramente em dar-lhe a benção que atravessaria as portas da humanidade, do que a benção que ficaria retida a vida terrena. A cura do corpo custou para Jesus apenas um momento, mas a cura da alma custou sua vida! Custou a cruz! Custou seu próprio sangue. A cura física se limitaria simplesmente a mais alguns anos, afinal está imposto ao homem morrer algum dia, contudo a cura espiritual rasga as paredes da eternidade, vai além da vida na terra.

Imaginei após o discurso o que houve no coração daqueles tantos que estavam com Jesus em Cafarnaum. Tantos homens e mulheres saindo daquele lugar e voltando aos seus lares.

Os mesmos frustrados, doentes, feridos, talvez possuindo ainda sua debilidade física, mas certamente curados de suas enfermidades espirituais. Transformados não no corpo, mas principalmente na mente, nos conceitos e na alma.

Com isso imaginei também os milhões, bilhões ou trilhões de pessoas que lêem a passagem do paralítico de Cafarnaum e discutem sobre ela em seus cultos. Muitas cheias de paralisias sentimentais, traumas entrevados, atrofias nos desvios comportamentais e talvez nem ainda tenha se apercebido da grande mensagem contida nessa passagem bíblica. Penso que todas elas podem ser curadas instantaneamente se tomarem para si uma simples determinação de Jesus:

“Os seus pecados estão perdoados”. Agora faça da tua vida o que achar melhor e se tiveres fé “levanta sua cama e vai para tua casa, a tua fé te salvou”!



Ficai Firmes!



SAULO FERREIRA

segunda-feira, 19 de julho de 2010

DILMABOY... onde vamos parar???

Gente, depois o pessoal fala que a gente pega no pé...

Petista, homossexual, só me falta ser corinthiano...

LEI DA PALMADA



Uma nova abolição da escravatura?

Na época da escravidão, o senhor do quilombo, embora a vista de quem visse de fora fosse um homem cruel, sádico, munido apenas de seus interesses financeiros e desprezando totalmente quaisquer sentimentos humanísticos, era como hoje é, um empresário que tinha objetivo bem traçado: ganhar dinheiro a custa daqueles que o serviam.
Hoje, após princesa Isabel assinar um papel que daria liberdade aos escravos, vivemos numa sociedade que arrisco afirmar, seja tão dura e cruel como era a escravidão. Arrisco até dizer que seja tão pouco mais, pois na escravidão não existia salário, décimo terceiro, férias e nem nada, porém se o escravo adoecesse gerava grande prejuízo, por isso teria de ser bem alimentado e bem cuidado. O que será que era mais vantajoso?
Eu acredito que vivemos numa escravatura tão igual a anterior que recebemos algumas ordens e dentro de uma pseudo-democracia, nossos veículos de comunicação nos empurram uma idéia deturpada sobre algo que nos gera uma falsa percepção do que acontece na realidade.
De manhã, antes de trabalhar, assisto ao noticiário e só vejo desgraças que são sabiamente rotuladas por meu pai como: mundo cão! Animais que espancam seus filhos e que certamente antes espancaram seus pais e suas esposas e por causa de animais como esses hoje fomos proibidos de dar “palmadas” em nossos filhos.
Então passo a me lembrar da minha infância e das crianças que compartilharam comigo aquela época. Hoje eu vejo a minha família, o que sou e o que se tornaram a grande maioria desses que eu conheci: alguns presos, alguns mortos, alguns morando na rua e dou graças a Deus por várias vezes em que quando desisti de algo, fui intimado pelos meus pais a insistir sob ameaça do chinelo, pois hoje vou até o fim em minhas convicções. Dou graças à Deus por vezes em que apanhei quando desrespeitei um idoso, pois hoje consigo enxergar neles a experiência que preciso no meu dia-a-dia. Agradeço a Deus por ter sido duramente castigado com a bíblica “vara da correção” pois ela me ensinou a ter disciplina, respeito e limites. Coisas que me fizeram ter uma infância saudável, uma juventude segura e uma fase adulta madura.
Ainda não tenho filhos e se essa tal lei for aprovada vou pensar seriamente se terei, pois se eu não puder ter a grande honra de educar meus filhos como meus pais me educaram não vou me arriscar a fazê-lo.
Agora pensem a primeira a inventar essa palhaçada foi a “rainha dos baixinhos” Xuxa Meneghel, será que quem criou e educou a Sasha foi realmente a Xuxa? Será que ela tinha tempo de acompanhar, conversar e educar sua filha? Se ela não consegue ter nem um marido, que moral ela tem para achar que pode criar um novo modo de formar uma sociedade?

Ficai Firmes!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Henrique Sucasas em nosso escritório




Após ser derrotado pelo candidato Clodoaldo no Aprendiz "O Sócio" da Rede Record, na época apresentado pelo publicitário Roberto Justus, Henrique Sucasas, empresário do ramo automotivo e consultor de negócios ganhou fama nacional por sua postura na reality show e pela discórida de muitos ao resultado final.
Atuando ainda no mercado secular com seus negócios, Henrique Sucasas veio até a APOENA Publicidade e passou uma tarde no escritório tratando sobre negócios. Uma tarde muito legal!

quinta-feira, 15 de julho de 2010

A paz não lhe divide



Os tempos estão se tornando tão confusos e estranhos que está difícil para você se encontrar em meio à quantidade de mensagens contraditórias. Você está sem referenciais, sem chão, sem canto. Não se identifica mais com nada, já pensou infinitas vezes que a culpa era sua e ficou procurando nos bolsos algum papel onde deveria estar escrita a sua sentença, “culpado”, mas não encontrou nada.

As pessoas que você pensou admirar estão estranhas. Elas falam de coisas questionáveis, obscuras. Elas falam de ouro e prata o tempo todo, como fossem ourives obcecados no trabalho de suas jóias, mas não produzem nada; querem apenas acumular para si a matéria-prima em forma bruta. E o que deixa você mais confuso é que elas sempre possuem uma tangente bíblica para se justificar, mesmo que muitas vezes tenham que se espremer aqui e ali pelos buracos estreitos da falta de contexto, mas eles sempre dão um jeito. E se dizem os ungidos, mesmo que auto-ungidos no lugar comum de suas frases de impacto pré-fabricadas, ou literalmente ungidos pelo óleo que eles mesmos colocam sobre suas cabeças, numa espécie de unção ruminada, que vem deles próprios, como fossem deuses em si, provedores de si, reis gloriosos.

E mesmo que eles brilhem como ouro, e cubram-se de ouro, aos seus olhos eles parecem como esterco, como alguém que resolveu banhar-se na fossa da própria casa, e se apresenta assim, fétido, imundo e horripilante, à frente de todos. E mais uma vez você fica confuso, culpado, mesmo sem encontrar a sentença nos bolsos, afinal você vê que ao mesmo tempo ele brilha como um sol ao meio dia. E você se questiona: qual será o meu problema? Será que eu não consigo perceber o lado bom das pessoas? O que está havendo comigo? Porque não consigo me identificar de forma alguma com esses que se dizem portadores da verdade?

E o fardo que estes homens entregam a você parece pesar bem mais que o fardo que Jesus prometeu que lhe daria. É quase impossível carregá-lo, porém você ainda insiste em continuar caminhando, mesmo que quase se arrastando, arfante, consumido. Parece que será impossível chegar ao final da jornada com tanto peso nas costas, e agora você começa a ver como aceitável aquela antiga idéia de desistir.

E de repente, então, você desiste.

Desiste desse sistema-esquema todo, e está só. Ninguém lhe dá apoio. Ao contrário, apedrejam-lhe duramente, mirando sua testa com vigor, as suas articulações, e a alma que eles não puderam tragar. São impiedosos, e chegam a espumar de ódio, como cães raivosos.

E mesmo diante de todo o sofrimento que tentam lhe causar, algo estala dentro de você sem nenhum aviso prévio. É um estalo crescente, a tornar-se uma explosão, e é também como um empurrão que lhe leva além das questões da lógica e lhe traz uma paz e leveza perturbadoras. Você então se cala, e aceita a dor como um passaporte para a revelação que se aproxima: agora é possível sentir-se plenamente livre e ainda cercado pelos laços de amor do Cristo. Já não existem os laços do passarinheiro, que lhe aprisionavam como um bibelô rentável na estante de uma firma de inverdades sólidas. Agora existe vida, e o fardo é de fato leve, conforme Ele prometeu.

E tornou-se fácil ver de fora como o dinheiro é a raiz de todos os males, que separou a maior parte dos homens que um dia propuseram caminhar juntos. Que jogou por água abaixo as visões e sonhos que poderiam ter sacudido nações. Que destruiu famílias inteiras, desvinculadas entre si como inimigos, sem referência alguma que não fosse Mamom como imagem de pai e mãe, a voz a ser obedecida. E quando o ouro acaba, acaba-se a vida. É o deus dos viventes que mamam nas tetas das potestades religiosas. E este leite cega, resseca os braços, e direciona seus pés para a linha do abismo. Mesmo que o buraco pareça distante agora, assim que passar seu efeito entorpecente percebê-lo-á logo ali à frente, requerente.

Eis a súplica abismal dos nossos dias, infelizmente perpetrada pela boca dos que se dizem anjos de luz. São falsários, são piratas, são contemporâneos. Estão imersos no espírito do século e não precisam mais da Bíblia. Eles estão acima dela. São donos de suas próprias revelações, ditas superiores, atuais. Não precisam mais de Deus.

Mas você agora é livre. Agora é livre. E a paz é o seu calibre, é o seu deleite. A paz não lhe divide.

No amor daquele que abriu os nossos olhos, o próprio Cristo ressurreto,

Lucas Souza
Vitória – ES, 07/05/2010