terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Duro é este discurso, quem poderá ouvi-lo?



Domingo ouvi a mensagem de um amigo na igreja e esta dizia que:
“Muitos dos irmãos presentes jamais teriam carros importados ou casas de luxo, pois os bens terrenos são para alguns, mas a salvação é para todos.”

Lembrei-me da passagem do sermão onde Jesus disse aos discípulos sobre “quem não comer da minha carne e beber do meu sangue não tem parte comigo” e comecei a meditar sobre o assunto.
Logo após Jesus ter operado um dos milagres mais “populares” do seu ministério, ele deu um dos sermões mais duros de sua passagem na terra e “espantou” quase a totalidade dos seus discípulos.

Fico pensando em quantos homens e mulheres, irmãos e irmãs, fazem parte do nosso grupo de “reunião dominical”, mas estão longe do entendimento do que é “comer da carne e beber do sangue de Cristo”.
As mensagens da igreja evangélica brasileira são atrativas! São carregadas de “pães e peixes multiplicados”!
São cheias de promessas de prosperidade, conquistas e poder e isso, sinceramente me deixa pouquíssimo à vontade. 

Não quero ser hipócrita em dizer que não gosto de dinheiro! Gosto sim e muito, aliás, quem não gosta?
Mas constantemente tenho tentado lutar contra o incessante desejo carnal de tornar-me independente de Deus. E sempre me apeguei a mensagem de cruz, exatamente porque ela é a mais clara de todas as mensagens que existiram na história da humanidade: em que o homem é um ser que busca a liberdade, mas a verdadeira liberdade só existe quando estamos “presos” ao Senhor.

Qual a finalidade da igreja então?

São poucas vezes que vejo na igreja uma mensagem como vi nesse domingo.

“Nem todos de nós terão carros importados e casas de luxo”, eu vou além, “poucos dos que estão nas igrejas alcançaram a Salvação”, pois sequer sabem a importância dela.

Esse amigo falou algo que confronta certamente o conforto de muitos que estão assentados nas belas cadeiras de nossas igrejas e estou certo de que alguns dos que ouviram aquela mensagem no domingo devem ter pensado em suas mentes: “duro é esse discurso, quem poderá ouvi-lo?” Estou certo que muitos nem voltarão!

Mas, para quem iremos? Só Ele tem as palavras de Vida Eterna!

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Aprendendo a confiar

Sementes 003/01 – Aprendendo a confiar por Fernando Santana Rodrigues
Deixe-me dizer-lhe algo, não é fácil acreditar. Sim, apesar de sermos assim, seres que acreditam sempre, pois a despeito de todo o conhecimento que venhamos a possuir, toda e qualquer certeza que temos, seja empírica, cientifica, religiosa, no fim das contas, não passa de acreditarmos em algo ou alguém. O maior engano é achar que vemos, que temos, que sabemos. Atitude pouco humilde, quando pensamos que somos melhores, ou maiores, é justamente aí que precisamos voltar à casa do Oleiro e sermos quebrados.

 Mas como disse, não é fácil acreditar. Acreditar, por exemplo, que Deus existe. Tenho alguns amigos ateus, e um deles, grande amigo, aliás, certa vez quando almoçávamos, me olhou sincero nos olhos e disse “Fernando, eu gostaria muito de acreditar que Deus existe, mas não consigo”, confesso que isso me doeu muito, queria arrancar meu coração do peito pulsando e dar a ele, um coração pouco perfeito, porém que acreditasse ainda de maneira frágil num Deus que existe.

O fato, porém, é que até nós que dizemos acreditar em Deus muitas vezes vivemos como se ele não existisse, e Deus se tornou um artigo religioso, um nome na boca, uma desculpa para nossas falhas, debilidades, para a nossa incapacidade de escolher e arcar com as consequências de nossas escolhas. Quantas vezes eu e você, ateus ou não, fazemos as coisas desconsiderando a possibilidade de que haja um Deus, e que, de alguma maneira ele se importe com tudo isso. Em muitos casos Deus é para nós um pai ausente, que existe nominalmente, que colocou a gente no mundo, mas que nunca está por perto nos momentos mais decisivos da nossa vida.

Muita gente hoje em dia quer bênçãos de Deus, contudo não acreditam nele, não acreditam que ele exista de fato, não confiam nele, a ponto de agirem como se Deus realmente não existisse. Veja o que está escrito em Hebreus 11 : 6, “Ora, sem fé é impossível agradar-lhe porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam”. Percebe? O primeiro passo é ter uma convicção: não importa o que aconteça, existe um Deus, e ele não só me ama, mas deseja me amar. O desejo de amar é ainda antes do próprio amor, é o querer do querer. Deus nos ama antes, o que vem depois não desabona nem qualifica. Contudo, a gente pula a etapa do acreditar nele, do confiar nele, pois “existir” aqui neste texto de Hebreus não tem sentido somente de pensar que Deus existe e habita em algum recanto do universo, mas sim de acreditar em sua existência presente, em sua proximidade, e em uma confiança prévia nos seus atos. É confiar em Deus de olhos fechados. Confiar em Deus no escuro como o cego no caminho de Jericó e gritarmos “Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim”.

É bem verdade que nós humanos somos seres de vontade, seres de desejo, como bem expôs Schopenhauer em seu tratado filosófico “O mundo como representação e vontade”. A nossa vontade é insaciável, desenfreada. Ora, se não conseguimos acreditar que Deus existe, eu diria a esse meu amigo ateu, acreditemos ao menos nessa vontade insaciável que nunca se satisfaz, nessa infelicidade angustiante de sempre querer. Acreditemos no vazio, já é um começo. Deus vem depois, tal como disse Aurélio Agostinho, “há dentro do homem um vazio do tamanho de Deus”. Há em nós essa vontade que nos governa, inflamada pelo capitalismo neoliberal, pelo consumismo, pela moda, por este século que não valoriza gente, todavia Jesus apontando para um horizonte melhor disse que o corpo vale mais que a roupa, e a vida vale mais que a comida. O homem vale mais do que o que ele come ou o que ele tem, só que ele não deseja ser, deseja possuir e o seu desejo anula a confiança em Deus, segue-se assim a angústia dos que fingem acreditar.

Você acredita mesmo em Deus? Tem certeza? Nos salmos 37 : 4 e 5 há um precioso ensinamento “Deleita-te também no Senhor, e te concederá os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e o mais ele fará”. Ora, a confiança que se deleita em Deus é aquela que tem certeza de que ele será capaz de nos surpreender. Mas sabe qual nosso grande problema? Primeiro, a gente nem acredita que Deus existe, pensamos que somos adultos demais, filosóficos demais, pós-graduados demais, para crendices, mitos, etc. Em segundo lugar, acreditamos que acreditamos em Deus, e isso é terrível, vamos à igreja, damos esmolas, fazemos cara de bonzinhos, gritamos, cantamos, oramos de mãos levantadas, e Deus nunca existiu para nós. Nunca acreditamos que ele fosse capaz de nos surpreender. Sim, a gente não confia em Deus, não confiamos nem mesmo que ele vai fazer algo por nós, quanto mais que ele será bom o bastante para fazer muito além do que pedimos ou pensamos, ou para além do “que deseja nosso coração”.

Somos uma geração orgulhosa, vaidosa, egoísta, e Deus vai nos quebrar com seu martelo, e haverá quebrantamento como nunca houve. E há diferença entre ser quebrado com o martelo do Oleiro e ser quebrado com o martelo do Juiz. Lutemos para estarmos nas mãos do Oleiro, pois Deus quer apenas nos ensinar uma lição de confiança. Enquanto eu e você ainda duvidamos, ouça!... crianças entram na sala do trono, assentam sobre o colo do Pai, e recebem da bondade de suas mãos, porque é do feitio, é da natureza de Deus (não precisamos forçar a barra) ser presenteador dos que o buscam (Hebreus 11 : 6).

Concorde ou discorde, mas você leu até aqui, agora responda a si mesmo: quem manda na sua vida? Se a sua resposta for “eu”, tome cuidado, desde que Descartes descobriu o “ego” (penso, logo existo), tudo virou principio de razão, e até mesmo aqueles que pensam pensar diferente, já estão pensando igual, porque só um reino há que subverta o já posto, e este vem de cima, por isso Jesus nos ensinou a orar para que se manifeste um novo reino, governado por uma nova vontade (Mateus 6 : 10), ora, a marca de um reino é a vontade do rei, se a vontade do rei não é obedecida, não há reino, de igual modo, para que o reino de Deus se manifeste em nós, nossa vontade precisa ceder ao governo da vontade dele (se é que de fato ele existe para nós).

É verdade, acabo de me lembrar dessa nossa lógica frustrante: se barbeiros existissem, não haveria mendigos cabeludos pelas ruas.

Cordialmente.

terça-feira, 6 de março de 2012

CRENTES DE MENTIRA


Pessoal, escrevi esse texto há mais ou menos 3 anos atrás, por esses dias pus a lê-lo e fiquei impressionado como continua tão atual esse assunto! Leiam, vale a pena!

Li por esses dias uma coluna do pastor Ricardo Gondim, falando sobre a fórmula para se montar uma igreja bem-sucedida. Admirador como sou desse homem, fiquei curioso em ver o que ele falava naquelas linhas e profissional de marketing que sou, constatei que as estratégias que, irônica e satiricamente ele descreveu como “o segredo de uma igreja de sucesso”, são estratégias que uso em minha profissão para fazer a empresa do meu cliente conquistar fidelidade dos clientes e se destacar frente aos concorrentes.

Comentei com um amigo sobre essa coluna e me pus novamente a pensar na piada que se tornou o evangelho do século XX…

Na década de 90, quando caíram por terra todos os paradigmas sem sentido que caracterizavam a igreja evangélica, como: não cortar o cabelo, não usar brinco, não usar saia, não deixar a barba, não tocar ritmos mundanos (rock, por exemplo), etc e etc, eu fui um dos que muito comemorei, afinal, para a juventude foi fundamental essa mudança para nos manter “menos alienígenas” quando servíamos a Deus. E até hoje penso que esse movimento foi importantíssimo. Contudo, essa modernização não parou, e hoje quase 20 anos depois da principal revolução cristã, vivemos coisas que nos envergonham piamente.

Assim como papas na época da reforma em Lutero, que eram profissionais da religião, encontramos por aí diversos pastores e apóstolos que fundam ministérios visando crescê-los como empresas corporativas.

As ovelhas tornam-se clientes. As bênçãos de Deus os produtos. Os pastores e líderes, os empresários. A igreja o balcão das negociações. E a moeda de compra e venda, são os dízimos e as ofertas!

Escrevo isso com profundo pesar, clamando a cada toque no teclado pelo sangue de Jesus sobre a minha vida, mas é a mais pura verdade!

Fico pensando em Pedro, Paulo, Huss, Savonarola, Lutero e tantos que verteram sangue por essa igreja e tento imaginar se homens como esses (dos quais, o mundo não era digno, como diz Hebreus 11) vivessem em nossa geração? Fossem e viessem pelos enormes corredores de nossas catedrais, tão belas e bem acabadas e sentassem nos bancos que nós sentamos? Ouvissem dessas mensagens baratas de prosperidade e riquezas materiais e os testemunhos das pessoas que conseguiram “milagres de última hora” e “promoções de cargo”, sendo que a cada dia ouvimos notícias de pessoas que morrem na miséria, e cristãos na Índia e China que são massacrados pelos muçulmanos, ou famílias que se destroem pela mesquinhez, ganância e egoísmo e nós continuamos aqui em nossos “cultinhos” nas nossas “igrejinhas” com nossos “pastorzinhos” transformando “a noiva de Cristo” num ridículo presépio de Natal. Transformando o tesouro que custou a dor, a vergonha, o sangue e a vida de nossos irmãos que nos precederam, num jogo de compra e venda de ações. Um banco imobiliário religioso, numa brincadeira de muito mau-gosto.

Fico pensando como seriam tratados em nossos tempos, homens como Moody e Finney, homens que largaram suas profissões, suas famílias, suas vidas a fim de falar do evangelho para alguns. Será que não seriam convencidos a montar um ministério de curas, milagres, prosperidade e manifestações pentecostais??? Ir para as rádios, transformar-se numa potência??? Será que as almas continuariam sendo o foco?

Fico imaginando Jesus entrando em nossos templos. Será que se ele entrasse em algumas igrejas que conhecemos em São Paulo, ao menos 70% delas, Jesus não derrubaria com pontapés e expulsaria alguns líderes do templo debaixo de chicotadas?

Eu ainda tenho esperanças e ainda amo a igreja de Jesus, mas se hoje eu pudesse falar com os mártires, os heróis da fé, que enfrentaram leões na arena, morreram ao fio da espada e ficaram longe de ver as suas promessas, pois o fruto de seus sacrifícios somos nós, eu me envergonharia de minha geração! Pediria-lhes muitas desculpas, pois a saúde da igreja pela qual lutaram e morreram está comprometida, ferida por uma doença que a deixou podre. Nem mesmo a coragem que eles tiveram nós temos hoje para mudar essa situação.

Reforço que amo a igreja, mas não nasci na época da igreja primitiva, onde a perseguição propagou o cristianismo pela terra. Não nasci na época dos mártires que durante séculos lutaram pela pureza da igreja. Nasci numa geração que perdeu a essência de ser cristão, e prostituiu o trabalho de homens que nos constrangem com sua coragem, integridade e amor ao evangelho.
Lutero que nos perdoe, porque somos de verdade: CRENTES DE MENTIRA!

Ficai Firmes
SAULO FERREIRA

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Ser são paulino...


Obrigado pai por me ensinar a amar esse clube:

Vi 3 Mundiais, 3 Libertadores e 4 Campeonatos Brasileiros. Vi Rogério Ceni, Raí, Muller e o maior e todos os técnicos, Telê Santana. Presenciei o maior estádio particular do Brasil lotado, com mais de 65 mil tricolores apaixonados. Vi 5 x 1 no Corinthians, 4 x 1 no Palmeiras.
Vi o futebol mundial se render à força são-paulina, com os 4 x 0 no Real Madrid e 4 x 1 no Barcelona, além de três títulos Mundiais, sendo um deles conquistado sobre o melhor time de todos os tempos do Milan (segundo o próprio clube). Vi Raí marcando 3 gols contra o Corinthians em uma final. Vi o São Paulo voltar do Japão com o caneco do Mundial na bagagem e mesmo assim, 2 dias depois, meter 4 x 2 no Palmeiras/Parmalat e conquistar também o Campeonato Paulista.
Vi esse time arrancar na final de um Brasileirão e tirar 15 pontos de vantagem do líder, conquistando o Campeonato Impossível. Vi Rogério marcar o gol do título contra o Santos. Vi Corinthiano torcendo para o São Paulo e o agradecendo depois, por ter livrado seu time do rebaixamento.
Vi a torcida do clube mais novo entre os grandes do Brasil saltar da 7ª para a 3ª colocação entre as maiores torcidas, e manter o título de torcida que mais cresce, diminuindo cada vez mais a distância para o Corinthians e o Flamengo. Vi essa torcida mostrar o que paixão de verdade, pois mesmo nas derrotas, nunca depredou patrimônio do clube, nem mesmo agrediu jogadores.
Vi todos os gols, inclusive o Centésimo, do maior goleiro artilheiro do Mundo.
... Vi 21 títulos do São Paulo!
Ainda vejo, mesmo depois de 80 anos, o Tricolor manter o tradicional uniforme, com as sagradas listras Vermelha, Branca e Preta.
Vi o São Paulo liderar todos os Rankings possíveis e fazer valer a letra de seu hino...

"Dentre os grandes, és o primeiro!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

SE ESSE DIA FOSSE O ULTIMO...


Estive pensando que algum desses dias em que eu levantar da cama, tomar meu café, vir trabalhar, pode ser o meu último. Talvez eu nem esteja preparado e estarei partindo para o outro mundo sem poder dizer a algumas pessoas o que penso.

O que você diria as pessoas sobre essa vida se hoje fosse seu ultimo dia?

Eu diria as pessoas em geral, que parti feliz! Feliz porque a TV, o rádio, o telefone e a internet me foram úteis e me fizeram aproximar das pessoas ao invés de afastar delas e eu fiz questão de me relacionar com as pessoas e conhecer suas personalidades e entender seus pensamentos. Amei a humanidade e a admirei como sendo semelhantes temos particularidades tão individuais.

Eu diria aos meus pais: muito obrigado! Por terem me corrigido quando errei, por terem dito NÃO muito mais vezes que SIM e isso me ensinou que a vida não dá nada fácil para ninguém e que eu preciso lutar e nunca desistir dos meus objetivos! Por terem me amado e me perdoado quantas vezes foi necessário e por terem intercedido à Deus por mim quando seus conselhos eu já não ouvia mais. Também foi de grande importância, espero que minha vida tenha podido retribuir tudo que fizeram!

Eu diria ao meu pai um “obrigado” especial, por ter me incentivado a ser são-paulino! Hoje eu não sou nem maloqueiro e nem sofredor! Sou consciente, racional e alegre por meu time cheio de títulos!

Eu diria aos companheiros de trabalho que são amigos melhores que irmãos! E obrigado por acreditarem nos meus projetos e na minha palavra. O talento de vocês me fizeram persistir até o fim!

Eu diria aos meus inimigos que, enquanto me odiavam e lutavam para ver meu fracasso, Deus os usava para tirar lições de como amar e ajudar o próximo, acabaram por me trazerem muito mais benefícios e me fazerem um ser humano melhor e feliz!

Diria a minha esposa que foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida e obrigado por me amar, me compreender e lutar comigo até onde Deus nos permitiu lutar! Fui muito feliz e você é o pilar dessa felicidade!

E agradeceria a Deus pelos dias da minha vida! Serem muitos ou serem poucos não importa, importa é a qualidade deles e posso ter certeza que valeu a pena! Diria: Obrigado Jesus por ter-me escolhido e certamente sei que a eternidade me espera!

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Gays X Cristãos

Pessoal, eu não sou fã do Silas Malafaia, aliás tenho contra ele muitas diferenças, principalmente no tocante à maldita "teologia da prosperidade" que eu detesto e me enoja! Contudo tenho que admitir que homens como ele tem muita influencia no evangelho e na sociedade, e ele não tem se omitido e tem usado sua influência para falar a verdade.

Homossexuais querem empurrar suas práticas goela abaixo da sociedade e fazerem todos aceitarem que "ser gay é maravilhoso". Pensem bem, isso já está bem longe de apenas "serem aceitos" e "protegidos da violência e do preconceito".

Assistam o vídeo abaixo